Point of no return

Quarta-feira, Outubro 20, 2004

Recesso

Estoy entrando em recesso aqui no blog. Tenho algumas coisinhas pra mudar aqui (o template) e alguns projetos (leia-se estagio) que tenho q tocar, junto a isso, completar o ultimo bimestre da faculdade. Quando eu conseguir aliviar tudo isso, vou dar um jeitinho aqui, arrumar a casa ehheheh

[]´s

Domingo, Outubro 10, 2004

Pensamentos de uma mente conturbada

Sera que os deuses precisam de um psicologo?

Sexta-feira, Outubro 08, 2004

Dr. Leary´s Quotes

A civilização é insuportável, mas é menos insuportável no topo. Timothy Leary

Se você não gosta do que faz, você pode sempre pegar sua agulha e enfiar em outro buraco. Timothy Leary

Na era da informática, você não ensina filosofia como se fazia após o feudalismo. Você faz uma performance. Se Aristoteles fosse vivo hoje ele teria tido um talk show. Timothy Leary

Aprender a como se operar uma alma leva algum tempo. Timothy Leary

Meu conselho para as pessoas hoje vem a seguir: Se você leva o jogo da vida a sério, se você leva seu sistema nervoso a sério, se você leva seus orgãos sensoriais a sério, se você leva o processo de energia a sério, você deve se ligar, se afinar e cair fora (Turn on, Tune in & drop out). Timothy Leary

Ciência é tudo metáfora. Timothy Leary

Existem três efeitos colaterais do ácido: aumento da memória de longo-prazo, diminuição da memória de curto-prazo, e eu esqueci o terceiro. Timothy

Nós estamos lidando com a geração de melhor educação da história. Mas ela possui um cérebro enfeitado e sem destino. Timothy Leary

Mulheres que buscam igualdade com os homens carecem de ambição. Timothy Leary

Você é apenas novo em relação a ultima vez que mudou sua mente. Timothy Leary

Quinta-feira, Outubro 07, 2004

Abuse e use!

Example



Estou fazendo estágio numa empresa de Consultoria Financeira, na àrea de RH. Ando estudando tudo que passar pela minha frente sobre Recursos humanos e descobrindo muitas coisas sobre o funcionamento empresarial no Brasil.

Recentemente recebi um E-Mail que me fez questionar um monte de coisas:

"O que era SUPER continua o MELHOR na banda larga.

Super nomedoprovedor agora é nomedoproverdor Banda larga.

O que já era bom, permanece: Você continua com o melhor conteúdo banda larga da internet, tem acesso aos melhores serviços e ainda junta muitos pontos para trocar por super prêmios.

Você continua um cliente super, com o melhor da internet generation.

Um abraço,
Equipe nomedoprovedor Banda Larga."

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Tirando esse jogo empresarial do melhor ("Nós tem o melhor conteúdo, nós tem o melhor super-prêmio, nós tem o melhor cafézinho!") e a surpresa de eles terem conseguido acrescentar um neologismo a um carimbo empresarial de anúncio ("O melhor da Internet Generation", nossa! Como eles são modernos) o que mais fiquei pasmo foi a mudança... Super nomedoprovedor para nomedoprovedor Banda larga? Como? se a provedora de banda larga é a Telemar? Aliás, já havia escutado por ai pelos corredores da vida que esse serviço que os provedores prestam aos serviços de banda larga está totalmente incorreto. Como eu sou um ignorante nessas questões informáticas fui pesquisar por ai sobre o assunto e encontrei algumas coisas:



22/05/2002 - 16h58
Procon considera abusiva assinatura de provedor de banda larga
da Folha Online

O Procon de São Paulo analisou reclamações de consumidores e concluiu que a necessidade de assinatura de um provedor imposta pelas operadoras de banda larga é abusiva.

A decisão favorece assinantes de internet em alta velocidade que, ao comprarem serviços como Speedy (da Telefônica), Virtua (da NET) e Ajato (da TVA), são obrigados a assinar um provedor de conteúdo como UOL, Terra ou iG.

Segundo Elisete Miyazaki, assessora da diretoria do Procon-SP, a cobrança casada dos serviços é vista como desnecessária e excessiva pelo Código de Defesa do Consumidor.

O artigo 39 do Código diz que uma empresa não pode "condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço".

"Se há tecnologia no mercado para que o consumidor acesse a banda larga sem a necessidade de passar por um provedor, não é justo que ele pague por mais esse serviço", disse Miyazaki.

"O trabalho do provedor é cuidar do conteúdo que oferece, você acessa o provedor por seu conteúdo, porque, caso contrário, você nem precisaria dele para entrar na rede", completa.

Ela explica que, pela Lei Geral das Telecomunicações, os provedores de conteúdo seriam serviços de valor adicionado, "que acrescentam a um serviço de telecomunicações, mas não constituem serviço de telecomunicações".

Com isso, o acesso à internet, serviço de telecomunicações, segundo interpretação de Miyazaki, ficaria fora das mãos dos provedores —que só poderiam cobrar por seu próprio conteúdo e, apenas como "facilidade adicional", pelo acesso à web em si.

Anatel, porém
Só que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), baseada na mesma lei, considera que uma operadora de telefonia não pode oferecer acesso à internet.

"O provimento de acesso ao conteúdo da internet feito por provedores de acesso especializados é considerado, pela regulamentação vigente, Serviço de Valor Adicionado", diz nota de esclarecimento divulgada pela assessoria de imprensa da agência.

A própria agência então distingue os dois serviços —o de ligação física entre o usuário e o provedor de conteúdo— e o provimento da conexão com a internet. E acaba, no ímpeto de proteger o mercado de um possível monopólio de operadoras de telefonia, permitindo a cobrança de dois serviços quando, por questões técnicas, somente um seria necessário.

Questões técnicas
O caso começou a ganhar importância entre os usuários de banda larga logo quando o serviço apareceu no Brasil. Depois da visita do técnico da operadora, o computador já tinha acesso à internet —antes mesmo da assinatura do provedor.

Em outros casos, depois de uma visita do técnico, o IP (endereço de rede) que deveria ser fornecido pelo provedor já era colocado no próprio cable modem —o que dispensaria o provedor.

Atualmente, porém, empresas como a Telefônica fornecem um software para conexão à rede que, após a identificação, busca um endereço IP para o usuário, exatamente para evitar que o internauta possa navegar sem antes passar pelo provedor.

A polêmica chegou à própria web, em dezenas de fóruns e também em páginas como a http://www.velocidadejusta.com.br/, de um movimento que reúne internautas descontentes com a banda larga no Brasil.

Reclamações
"No ano passado, encaminhamos um pedido à Anatel para que o órgão se posicionasse em relação ao assunto", conta Miyazaki. A agência disse que tomaria providências, mas os usuários continuam sendo vítimas da chamada "venda casada".

Embora seja um assunto polêmico, o Procon-SP não tem muitas reclamações de usuários. "Até porque é um serviço muito específico, para um público até certo ponto elitizado", afirma Miyazaki.

Quanto mais reclamações, no entanto, mais chance de o órgão contatar a Anatel e tomar outras providências. "O Procon não pode garantir que o usuário faça a ligação sem provedor, mas a reclamação já é um primeiro passo", diz a assessora.
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04/02/2004 - 10h16
Provedores são tema polêmico em conexões por banda larga
da Folha de S.Paulo

Por que pagar um provedor de conteúdo se o provedor de banda larga já cobra uma mensalidade?

Essa é uma questão recorrente entre os que estudam contratar um serviço de internet com conexão de alta velocidade.

Alguns provedores afirmam que, ao exigir que os assinantes contratem um provedor de conteúdo, estão cumprindo a lei, que diz que o campo de atuação de uma empresa de telecomunicações limita-se à transmissão de dados e não pode incluir o acesso à internet, que fica a cargo dos provedores de conteúdo.

Há quem conteste. A Abusar (Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido) quer desobrigar usuários de pagar a mais pela assinatura de um provedor de conteúdo.

Em seu site (http://www.abusar.org.br/), a entidade acusa as concessionárias de telecomunicações de ferir o Código de Defesa do Consumir e as normas da Anatel.

A reportagem procurou os responsáveis pela Abusar para que explicassem melhor o ponto de vista da entidade, mas eles não foram encontrados até a conclusão desta edição.
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Entrei no site da @BUSAR, aproveitando o embalo, e me pareceu um site bem funcional, Os caras de lá formaram uma entidade civil sem fins lucrativos (Surgida em 1º de Julho de 2001) a partir de um movimento espontâneo dos usuários de internet — intitulado Velocidade Justa, esse fundado em 30 de julho de 2000 — que buscava a melhoria da qualidade dos serviços de acesso à internet por banda larga (conexões de alta velocidade).

O usuário que aderir a causa, poderar participar de campanhas públicas como essas:

- Melhorias no serviço de acesso a Internet
- Pelo fim de cobrança por valores indevidos
-Por maior segurança nos serviços on-line
& etc...

O site se apresentou bem completo em relação ao conteúdo, apresentando seções sobre a Legislação ( falando sobre justiça, processos, regulamentação da ANATEL, documentos e consulta publica 417) e outra seção sobre tecnologia (com items sobre manuais, modems, conexões e etc..).

O Site é definitivamente worthwhile ehehehe.
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Uma pequena introdução:



Na atualidade as modernas teorias de administração passam por uma reformulação e humanização dos Recursos Humanos. Temos hoje um ambiente bem diferente de quando a administração junto com a psicologia organizacional, predominantemente experimentais, buscavam aumentar o nível de produção dos empregados sem levar em conta seus limites físicos ou cognitivos. Os empregados eram o que popularmente chamavamos de mão-de-obra barata. Embora tivessem a mesma condição dos escravos romanos, estes no entanto eram considerados humanos. Esse quadro do final do Séc. XIX, convenientemente retrata o que era convenientemente exigir numa época de revolução industrial, principalmente se você fosse o detentor dos meios de produção. A passagem da manufatura para a maquinofatura (com a criação da primeira máquina a vapor em 1776) representou não só os primeiros traços do que viria a ser a industrialização, mas também representa uma nova organização e uma nova relação entre trabalho e capital. A dita Revolução Industrial que teve início no grande desenvolvimento da manufatura ocorrida a partir da segunda metade do século XVIII, que levou ao surgimento da fábrica e provocou grandes modificações econômicas, políticas e sociais. Foi emergido o capitalismo, que se tornou hegemônico ao longo desse período.
Analisando a produção manufatureira em série podemos perceber que ela era estressante e cansativa, mas não chegava a uma grande produção, em vista que precisava-se de uma mão-de-obra conhecedora dos métodos de produção. O esforço sobre-humano era até viável ou necessário, mas a perda dessa mão-de-obra não podia acontecer, as pessoas eram o veículo para a produção, eles eram os meios de produção.
Com a maquinofatura podemos perceber uma produção associada as máquinas. As máquinas são "infinitas", necessitam apenas de energia e reparos para o seu funcionamento, no tudo mais elas podem funcionar 24 Hs. A mão-de-obra necessária, não precisava ser especializada, pois a máquina produzia e articulava todo o processo técnico anteriormente feito pelas pessoas. Essa vantagem como já mencionado, mudou a maneira de se trabalhar, levando as pessoas a se tornarem uma extensão da máquina, e não o contrário. O trabalhador não era mais necessário, se um ficasse esgotado fisicamente, ou mentalmente (se é que levavam em consideração este aspecto naquela época), perdesse um braço durante o trabalho, ou até morresse, isso tudo realmente não importava, sempre haveria um enorme contingente de desempregados e desocupados, pessoas em estado de miséria que necessitava possuir uma relação de amor e ódio com a máquina, o simbolo da revolução industrial, a única saída para se obter dinheiro e sobreviver. Em suma o significado simbólico explícito da máquina naquela época era: "trabalho 24 Hs"

Esse espírito simbólico da maquina ainda persiste até hoje, quando falamos de jornada de trabalho, prazo ou limite, setorização e etc... quando relacionamos a nossa necessidade de ganhar dinheiro com o ato de associarmos ou compatibilizarmos nossos esforços físicos e cognitivos a uma empresa que vá gerar um capital através de um serviço do qual nós fazemos parte e portanto temos direito de usufruir. É como se ainda fosse necessário a ida a um determinado locus para adquirir o nosso kit de sobrevivência mundana primordial. Existem uns estudos de Freud, sobre a relação do homem com o dinheiro. Não faço a mínima idéia por onde eles passam. Um dia ainda vou lê-los e escrever algo sobre isso.

Clientes e processos:

Segundo Manganote (2001), processo é qualquer atividade ou conjunto de atividades que toma uma entrada, adiciona valor a ela e fornece uma saída a um cliente específico. O processo é a organização trabalhando para a melhoria da organização, para trazer resultados objetivos aos clientes. Para tudo isso ocorrer, é necessário a organização trabalhar junto com seus clientes. Clientes nesse caso, engloba algo muito maior, devido a atual visão de administração. Para Manganote (2001), Clientes hoje são considerados externos e internos e da mesma maneira que a muitos anos as empresas vem trabalhando o controle de qualidade de produtos, da mesma maneira pode-se, com o auxílio de ferramentas e metodologias, trabalhar-se em cima da qualidade dos processos empresariais de uma maneira geral.

Juntando isso tudo, quer-se dizer, que os clientes, sejam internos ou externos, são os beneficiados dos processos de uma empresa.

Depois de pesquisar tudo isso, ficou melhor para se perceber o jogo do provedor. Na verdade, além de ele estar burlando a lei (O artigo 39 do Código diz que uma empresa não pode "condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço") , passando uma falsa imagem empresarial, ele ainda está utilizando de má fé os processos internos da empresa de maneira a enganar seus clientes externos. Outra coisa que fiquei pensando é se realmente existe algum serviço de internet hoje em dia que ofereça um custo benefício acessível ou se todos os provedores oferecem serviços que estão cheios de maquiagem empresarial.
Gente, tenham em mente isso, o provedor para internet banda larga serve para fornecer conteúdo, e nisso ele pode cobrar os serviços, se você optar...


Fontes consultadas:

Sites:

Velocidade Justa: http://www.velocidadejusta.com.br/
Folha Online: http://www.folhaonline.com.br
@BUSAR: http://www.abusar.org.br
Site sobre a revolução industrial: http://www.geojornal2003.hpg.ig.com.br/page2.htm

Livros:

Organização. Sistemas e métodos
Edmilson J. T. Manganote (Editora Alínea)

Segunda-feira, Outubro 04, 2004

Will I find the sun or will it rain?

Ozzy Osbourne Goodbye To Romance

Yesterday has been and gone
Tommorow will I find the sun
Or will it rain
Everybody's having fun
Except me, I'm the lonely one
I live in shame

I say goodbye to romance, yeah
Goodbye to friends, I tell you
Goodbye to all the past
I guess that we'll meet
We'll meet in the end

I've been the king, I've been the clown
Now broken wings can't hold me down
I'm free again
The jester with the broken crown
It won't be me this time around
To love in vain

I say goodbye to romance, yeah
Goodbye to friends, I tell you
Goodbye to all the past
I guess that we'll meet
We'll meet in the end

And I feel the time is right
Although I know that you just might say to me
What'cha gonna do
What'cha gonna do
But I have to take this chance goodbye
To friends and to romance
And to all of you
And to all of you
Come on now

I say goodbye to romance, yeah
Goodbye to friends, I tell you
Goodbye to all the past
I guess that we'll meet
We'll meet in the end

And the weather's looking fine
And I think the sun will shine again
And I feel I've cleared my mind
All the past is left behind again

I say goodbye to romance, yeah
Goodbye to friends, I tell you
Goodbye to all the past
I guess that we'll meet
We'll meet in the end